Cultura

As histórias do vendedor da batatinha de praia

A praia era
assaltada por um pregão mágico, ansiado, quase libertador: "Olh'a batatinha,
olh'o picolé fresquinho". Uma boa conversa sobre este tema, em plena Praia do
Ourigo, constitui o último objeto, antes de férias, da sessão deste sábado, do
ciclo de debates "Um Objeto e Seus Discursos por Semana", com início
marcado para as 18 horas.


A criançada
interrompia as suas brincadeiras estivais e rodeava freneticamente o vendedor,
imaculado na sua farda branca. Uma olhadela estratégica, na espera ansiosa de
um olhar de assentimento da mãe ou da avó. No dia seguinte, à mesma hora, o
ritual era o mesmo. Terá hoje, o vendedor das batatinhas e dos gelados, o mesmo
encanto? Três convidados
para responder à questão, João Teixeira Lopes, Carlos Pinto e José Leocádio, o
mais icónico vendedor de "batatinhas" das praias do Norte de Portugal.


+Info: Um objeto e seus discursos por semana


*entrada
gratuita