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INESC TEC ajuda a melhorar o desempenho das centrais hidroelétricas
27-01-2020

O projeto XFLEX HYDRO vai aplicar 18 milhões de euros no desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para melhorar o desempenho das centrais hidroelétricas.


O INESC TEC é uma das entidades parceiras do projeto europeu XFLEX HYDRO, cuja missão é desenvolver novas soluções tecnológicas para melhorar o desempenho das centrais hidroelétricas. 

O projeto, no valor de 18 milhões de euros, será implementado ao longo dos próximos três anos, e conta com a participação de 19 instituições de sete países - Portugal, Suíça, França, Áustria, Espanha, Alemanha e Reino Unido.

O objetivo comum é contribuir para um sistema de energia de baixo carbono, para ajudar a cumprir as metas propostas para produção de energia renovável: 32% até 2030, no caso da Europa.

"A ideia do projeto passa pelo desenvolvimento de novas soluções tecnológicas que vão integrar as centrais hidroelétricas de vários tipos, pretendendo contribuir para melhorar o seu desempenho e eficiência, e desta forma contribuir para a descarbonização do setor energético facilitando maior integração de outras renováveis caracterizadas pela elevada variabilidade temporal e pela muito reduzida controlabilidade", explica Carlos Moreira, coordenador do projeto no INESC TEC e docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).
O projeto XFLEX HYDRO foi formalmente apresentado pela Comissão Europeia na Conferência da ONU sobre as Alterações Climáticas (COP 25), que decorreu em Madrid no início de dezembro.

Este consórcio, liderado pela École Polytechnique Fédérale de Lausanne (Suíça), conta com a participação do INESC TEC, e ainda a EDP Produção e a EDP CNET. A estas entidades juntam-se ainda quatro instituições suíças (Alpiq AG., Andritz Hydro AG., Haute école spécialisée de Suisse occidentale e Power Vision Engineering), cinco francesas (ARMINES, Commissariat à l'énergie atomique et aux énergies alternatives, Électricité de France S.A., GE Hydro France e Supergrid Institute), uma austríaca (Andritz Hydro Gmbh), duas alemãs (Universidade de Estugarda e Voith Hydro Holding GmbH & Co. KG), duas espanholas (Universitat Politècnica de Catalunya e Zabala Innovation Consulting) e uma britânica (International Hydropower Association).