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UNICEF escolheu o Porto para debater impacto do Aleitamento Materno
01-10-2018

O Município do Porto associou-se à Conferência Internacional de Aleitamento Materno, promovida na passada sexta-feira, no Hospital Magalhães de Lemos. Esta foi a primeira vez que o encontro de especialistas, sob a égide da UNICEF, se realizou no Porto. 


"Num mundo cheio de desigualdades, crises e pobreza, o aleitamento materno é o alicerce da boa saúde ao longo da vida das crianças e mães. Todos temos um papel a desempenhar para garantir o crescimento, o desenvolvimento e a sobrevivência das crianças em todo o mundo". Foi em torno desta reflexão que a Comissão Nacional Iniciativa Amiga dos Bebés/UNICEF realizou mais uma edição anual da Conferência Internacional de Aleitamento Materno, uma iniciativa com mais de duas décadas de existência.


Na cidade do Porto, especialistas provindos de diferentes partes do país, e também de diferentes nacionalidades, apresentaram estudos, pesquisas e revelaram inovações determinantes para o aprofundamento do impacto da amamentação na vida dos bebés.


De acordo com o diretor do Departamento de Epidemiologia Clínica, Medicina Preditiva e Saúde Pública da Faculdade de Medicina do Porto, Henrique Barros, o aleitamento materno é mesmo "um promotor extraordinário do crescimento e do desenvolvimento harmonioso das crianças".


Na Conferência, Ana Jorge, ex-ministra da Saúde, agradeceu a Rui Moreira o apoio da Câmara do Porto à concretização do encontro. Além das palestras, o evento distinguiu ainda as instituições de saúde que, na sua organização interna, adotam boas práticas no incentivo à amamentação.


Desde 1996, a Conferência Internacional de Aleitamento Materno tem-se afirmado uma marca distintiva e agregadora do trabalho da Comissão Nacional Iniciativa Amiga dos Bebés e da UNICEF.


A UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) advertem que o investimento em políticas que promovem o aleitamento materno pode salvar a vida a mais de 800 mil crianças menores de cinco anos, em todo o mundo e anualmente.