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Destaques

Proteção de crianças e jovens com reforço técnico
12-07-2016

Ontem, foram assinados, no Palacete Viscondes de Balsemão, os Acordos de Cooperação entre a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ), o Município do Porto e mais 13 autarquias do Centro e Norte de Portugal.


Os acordos vão permitir reforçar o apoio técnico das Comissões de Promoção e Proteção das Crianças e Jovens, sendo que os protocolos de cooperação determinam os termos da afetação dos técnicos às CPCJ. Vão ser contratados 80 novos técnicos para trabalhar nas CPCJ, abrangendo 42 comissões, que atuam em 38 municípios.


A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, presente na sessão, explicou que nesse dia, já tinham sido assinados, durante a manhã, acordos de cooperação com autarquias e uma instituição da Área Metropolitana de Lisboa e da região do Algarve, e que na sessão, no Porto, seriam assinados mais acordos com 14 municípios das zonas Norte e Centro.


O presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção de Crianças e Jovens, Armando Leandro, presente na cerimónia, reforçou a ideia de que nesta área específica de atuação, "a prevenção é fundamental".


Guilhermina Rego, vice-presidente da Câmara do Porto, autarquia anfitriã da cerimónia, afirmou que, para o Município do Porto, a assinatura do documento significa abraçar um novo desafio. "Assumimos um novo reforço para as nossas CPCJ, um novo investimento nas nossas crianças e jovens e estamos disponíveis, como sempre na história do Porto, a caminhar lado a lado com as nossas crianças, com os nossos jovens e com as suas famílias, construindo e reconstruindo histórias, vidas e futuros."


"As Comissões de Proteção das Crianças e Jovens são a mais elevada expressão do papel e da importância da comunidade na vida das crianças e do exercício da cidadania ativa. O Município do Porto investiu, dotou de recursos e acompanhou de forma atenta, presente e empenhada, este trabalho diário, que visa proteger, construir vivências alternativas, dotar de recursos sociais e culturais e promover os direitos das crianças", referiu.