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Destaques

Prelada vai ter Centro Hípico Internacional
12-09-2015

No princípio do próximo ano, o Sport Club do Porto espera abrir o Centro Hípico Internacional do Porto, um investimento de três milhões de euros e cujas obras vão contar com a colaboração do exército.


Ao final da tarde de ontem, o Parque da Prelada, onde decorrem as obras, foi assinado um protocolo que regula "a intervenção e envolvimento da Engenharia Militar na consecução do futuro Centro Hípico Internacional do Porto", cerimónia que contou com a presença do ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, e do vereador do ambiente e inovação, Filipe Araújo.


"Esta primeira fase estará pronta em cerca de um mês. Depois, começará a fase em que vão intervir os militares e que durará até ao final do ano. Contamos, no princípio do ano que vem, poder abrir as instalações", afirmou Paulo Barros Vale, o presidente do clube.


No seu discurso, o ministro José Pedro Aguiar-Branco considerou que, "num país que não raras vezes é acusado de ter entidades de costas voltadas umas para as outras", este é um bom exemplo de que "quando se trabalha em convergência, a obra acontece para as pessoas".


Para o governante "há um conjunto de outras missões de interesse público que apesar de serem de serem menos visíveis são relevantíssimas", dando o exemplo do apoio nas catástrofes naturais e na prevenção dos incêndios.


Aguiar-Branco afirmou que, no caso do protocolo hoje assinado, "se está a dar expressão à excelência da Engenharia Militar, sendo um bom exemplo de racionalização dos meios que estão disponíveis nas forças armadas".


O Centro Hípico Internacional do Porto terá um conjunto de infraestruturas diversas, desde picadeiros cobertos a descobertos, alojamento para um número significativo de cavalos, zona social e restauração, o que o tornará numa das infraestruturas do género mais relevantes no país por ter um picadeiro coberto com dimensões únicas de 80x40, o que compete com o que há de maior na Europa.


Esta solução é possível graças a um contrato entre o clube e a Santa Casa da Misericórdia do Porto para ocupação do espaço, sendo o investimento da responsabilidade do Sport Clube do Porto.