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Destaques

Mais um ventilador e muitos equipamentos para a luta contra a COVID-19 doados por empresários ao Porto
05-05-2020

São 6.750 fatos, 11.700 máscaras, vários monitores de UCI, termómetros, um ventilador e consumíveis para ventiladores. Os fatos e as máscaras foram hoje entregues no Hospital de Campanha instalado no Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota e os restantes equipamentos foram entregues ao Hospital de São João, pela Câmara do Porto.


Chegaram ao Porto doados por vários empresários chineses, como Michael Lee (CNTY), de um grupo de empresas que se intitula "amigos da Senhora Ming", e da Qingdao Bofu Medical.


Estes equipamentos médicos, doados à Câmara do Porto e enviados através da Embaixada de Portugal em Pequim, vão servir integralmente o Serviço Nacional de Saúde, juntando-se a muitos outros doados ao Município e que têm sido entregues quer ao Centro Hospitalar de São João quer ao Centro Hospitalar Universitário do Porto, no qual se integra, em termos funcionais, o Hospital de Campanha montado pela autarquia.

A estes equipamentos, que hoje chegaram, somam-se muitos outros, oriundos da China, que têm sido doados por empresas como as que a comunidade chinesa em Portugal designada CasaCascais integra ou as da União dos Emigrantes Chineses. Ou ainda a KNJ Investment, de Macau, que já vai no terceiro carregamento de dezenas de milhares de máscaras oferecidas ao Município do Porto ou as doadas pela própria Câmara Municipal de Shenzhen, cidade geminada com o Porto, ou as que foram oferecidas por Yulan Zhou. Também da China foram já oferecidos ao Município do Porto 30 ventiladores não invasivos, por parte da Fundação Jack Ma, entregues em partes iguais aos dois centros hospitalares do Porto.

Mas as empresas nacionais e os empresários do Porto têm também tido um papel fundamental no ataque a esta crise, como a Gestifute, a Porto Editora, a Mota Engil ou a Super Bock que forneceram dezenas de milhares de equipamentos de proteção individual mas também álcool gel e até sistemas de oxigénio. Outros empresários preferiram doar verbas que estão a cargo da Câmara e que têm servido para pagar desde refeições, limpeza, tratamento de roupa ou segurança das várias instalações que o Município alocou a esta crise, nomeadamente para ajudar os hospitais a tratar doentes positivos, mas também para proteger idosos que tenham testado negativo mas não tinham onde ficar protegidos.

O programa de testes aos lares do Município foi também possível graças à doação de cinco mil kits oferecidos pela Fundação Fosun, através, também, da Gestifute.

A cadeia de solidariedade é enorme e estes equipamentos médicos que têm chegado têm ajudado e muito o SNS a responder eficazmente a esta crise. Mas também os trabalhadores da Câmara, bombeiros, polícias, motoristas da STCP e instituições que não têm acesso aos chamados EPI's (sobretudo no início da crise) beneficiaram de toda uma cadeia montada pelo Município, nomeadamente, graças às compras que a Câmara do Porto, desde os primeiros dias, foi fazendo a empresas nacionais, no sentido de garantir o fornecimento continuado destes preciosos equipamentos de proteção.

Até agora, a Câmara do Porto já entregou aos hospitais do Porto 41 ventiladores, 10 dos quais comprou em Shenzhen e que foram os primeiros a chegar aos hospitais do Porto e os restantes oferecidos à autarquia e encaminhados por esta aos hospitais.