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Destaques

Mais de 3,6% da população do Porto já foi testada para COVID19 nos rastreios aos lares ou no centro móvel
09-04-2020

Dois programas municipais ou com o apoio do Município, já permitiram testar mais de 3,6% da população total da cidade. O centro móvel de rastreio montado no Queimódromo, que a Câmara do Porto ajudou a montar, já testou mais de 5.500 pessoas e o programa municipal de rastreio aos lares já ultrapassou 1,1% da população da cidade.


O centro móvel de rastreio montado no Queimódromo já testou mais de 5.500 pessoas, o que corresponde a 2,5% da população do Porto, não contando com o número de testes realizados nos hospitais públicos no Porto e com o rastreio sistemático que a Câmara do Porto, com o apoio do Hospital de São João e dos Centros de Saúde, está a fazer aos idosos em lares e que ontem contava já com mais de 2.500 pessoas testadas. Só este segundo rastreio aos idosos já representa mais de 1,1% da população da cidade. 


Ou seja, só estes dois programas com o apoio (o primeiro) e com a iniciativa (o segundo) da Câmara Municipal do Porto já testaram mais de 3,6% da população da cidade, a que se somarão os testes realizados noutros laboratórios, nomeadamente no Hospital de São João. 


A Câmara do Porto foi a primeira em Portugal a apoiar a instalação de um destes centros de rastreio em drive-tru, modelo agora replicado pelo Hospital de Sao João para testar doentes com alta. A iniciativa partiu contudo de uma proposta feita pela Unilabs, a quem a Câmara do Porto facilitou o espaço e a segurança, cabendo à ARSN o agendamento e encaminhamento dos cidadãos a testar referenciados pelo Serviço Nacional de Saúde. 

O ritmo de testes inicial no Queimódromo diminuiu quando foram criados outros centros semelhantes, descentralizados noutras partes da Área Metropolitana do Porto, a fim de evitar deslocações maiores a circulação de utentes através de vários concelhos, o que neste período de Páscoa em que as deslocações entre Municípios está proibida é uma vantagem. Nesta altura o ritmo de testes neste primeiro centro é de perto de 300 testes. 
Na última semana foi operada uma alteração nos acessos, passando a fila de carros que anteriormente se acumulava na Circunvalação para o interior do Queimódromo, melhorando as condições de segurança da operação (as imagens foram captadas hoje).