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Fundo apoia associativismo popular com 400 mil euros
09-01-2019

O Executivo municipal aprovou por unanimidade a proposta de Rui Moreira para a criação de um "Fundo Municipal de Apoio ao Associativismo Popular", no montante de 400 mil euros. A decisão é fundamental para a dinamização e renovação de associações, coletividades e clubes populares que desempenham um meritório trabalho comunitário em todas as franjas do território.


São "espaços privilegiados de sociabilidade, de construção de identidades e afetividades, de ocupação dos tempos lives, de dinamização da vida cultural, recreativa e desportiva, contribuindo para a coesão da cidade a diversas dimensões" e, por esse motivo, para além dos programas paralelos já em curso, mereciam a criação de um fundo próprio.

Rui Moreira levou na terça-feira a reunião de Câmara o estabelecimento de um novo programa, aproveitando uma proposta da CDU apresentada durante o debate das Grandes Opções do Plano para 2019.

"No âmbito da elaboração, discussão e aprovação do orçamento para 2019, e no âmbito do exercício do direito da oposição, a CDU propôs que fosse criado um Fundo Municipal para apoio a este tipo de coletividade popular, cuja especificidade nem sempre se enquadra nos programas já existentes, como é exemplo o apoio já concedido à inscrição de atletas, através da Porto Lazer, que em 2018 abrangeu 5.252 de atletas dos escalões de formação e uma comparticipação na ordem dos 52.800,00 euros", explicita a proposta.





"Trabalho com as associações não se esgota aqui"

A garantia foi dada por Rui Moreira, que fez referência a outros programas em curso, tais como o Cultura em Expansão ou o que é conduzido pela empresa municipal PortoLazer, que apoia as associações e as coletividades a manterem a contabilidade organizada, "há já alguns anos".

Ilda Figueiredo considerou "positivo" o pronto agendamento deste assunto por Rui Moreira, e admitiu com o tempo, e se houver condições, esperar que a Câmara possa reforçar a verba.

A criação do programa Fundo Municipal de Apoio ao Associativismo Popular converge para a política de "recusar modelos de subsidiação pura, optando-se por apoiar o tecido social e cultural da cidade através de programas específicos que apoiem mais diretamente a atividade, a criação de conteúdos ou de serviços que correspondam ao interesse público", complementa a proposta.