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Destaques

FITU lança livro para registar 30 anos de histórias
09-03-2019

"FITU - 30 anos de histórias" é nome do livro que dá vida às memórias do mais antigo e prestigiado Festival Internacional de Tunas Universitárias do país. O lançamento decorreu nos Paços do Concelho, nesta sexta-feira dia 8, numa cerimónia marcada por vários momentos musicais protagonizados pelas tunas e coros do Orfeão Universitário do Porto.


Abriram-se as portas do Município aos "Amores de Estudante" e às lembranças de três décadas do FITU "Cidade do Porto", organizado pelo Orfeão Universitário (OUP) desde 1987.


Num livro em cujo lançamento marcou presença a vereadora da Juventude e Desporto, Catarina Araújo, entre outras personalidades, e que é demonstrativo da força que o festival hoje detém a nível nacional e internacional, descobre-se um percurso preenchido de desafios, de inovação, de perseverança, com a música sempre como fio condutor.


Neste exemplo de longevidade, encontra-se também o próprio contributo do FITU para a promoção da cidade no exterior. Ao longo das suas edições, cujo marco de 30 anos se assinalou em 2016, tem recebido tunas de Portugal, Espanha, México, Porto Rico, Peru, Colômbia e Holanda, entre muitos outros países. Esta reunião proporciona um grande intercâmbio cultural traduzido, de entre outras formas, pela divulgação de diferentes abordagens à música popular.


Embora o Porto tivesse uma tradição tunante centenária, a verdade é que o fenómeno das tunas universitárias andava adormecido na década de 80, tanto na Invicta como no resto do país. Para que uma iniciativa como esta tivesse o êxito pretendido, o OUP apostou em três grandes vertentes que, desde então, demarcam o FITU: a qualidade (da sonoplastia, cenografia e tunas participantes), a originalidade e a inovação.


Recorde-se que, em setembro do ano passado, foi inaugurada a rotunda do Orfeão Universitário do Porto, localizada na zona oriental da cidade. A homenagem do Município a esta instituição centenária, como justificou na altura o presidente da Câmara, Rui Moreira, deveu-se ao inegável papel na história e na vida da academia e na sua total disponibilidade à cidade.