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Países dos extremos da União Europeia estão bem próximos no Porto
24-01-2019
A tradição marítima é o principal ponto em comum das repúblicas de Chipre e Portuguesa e serve de tema à exposição inaugurada no átrio da Câmara do Porto, ao final do dia de ontem.

"A tradição marítima de Chipre desde a Antiguidade até aos tempos modernos" dá o nome a esta "viagem emocionante" ao passado da antiga colónia britânica e conta a sua História com vários pontos de ligação a Portugal, como descreveu o embaixador de Chipre, Andreas Ignatiou, sublinhando que "a tradição marítima liga os nossos países".

Com efeito, a exposição enfatiza detalhes que trazem à memória também a História de Portugal, fazendo lembrar a canção de Rui Veloso ("muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa").

Aliás, o presidente da Câmara salientou que Portugal e Chipre são geograficamente dois extremos da União Europeia, mas têm muitos fatores de proximidade. E aproveitou para defender que "a Europa será grande enquanto souber viver bem com as suas diferenças". Rui Moreira referiu-se aos dias presentes, "em que muitos europeus têm dúvidas sobre o futuro comum", para vincar que "é esta unidade que queremos manter".

Nesse espírito, a abertura da exposição, que tem acesso livre, surge a propósito da visita oficial que o Primeiro Ministro português faz a Chipre, nos próximos dias.

"A tradição marítima de Chipre desde a Antiguidade até aos tempos modernos", que até agora tinha sido vista somente em Chipre e no Reino Unido, pode ser visitada no átrio da Câmara do Porto de segunda a sexta-feira, entre as 10 e as 17,30 horas, até 15 de fevereiro.