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Destaques

Experiência do Porto ajuda na estratégia nacional para os cidadãos sem-abrigo na Presidência da República
05-02-2018
O Presidente da República reuniu-se hoje durante cerca de uma hora e meia com os intervenientes da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas Sem-Abrigo, no Palácio de Belém.

A reunião, que é a terceira entre o Chefe de Estado e as partes que integram a estratégia, começou pelas 18:25 e terminou pelas 20:00. Entre os presentes na reunião, participaram a secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, responsáveis da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o vereador da Câmara de Lisboa Ricardo Robles (BE) e o vereador da Câmara do Porto Fernando Paulo.

O Porto tem a decorrer um projeto pioneiro no Hospital Joaquim Urbano de integração destes cidadãos.

As associações AEIPS, Associação para o Estudo e Integração Psicossocial, CASA, Centro de Apoio aos Sem-Abrigo, Associação Crescer, Médicos do Mundo e Comunidade Vida e Paz estiveram igualmente representadas no encontro com Marcelo Rebelo de Sousa.

Habitação permanente, alargamento da intervenção na saúde e integração profissional são algumas das 100 medidas do Plano de Ação 2017-2018 da estratégia das pessoas sem-abrigo, orçadas em mais de 60 milhões de euros.

Elaborado pelo Grupo de Implementação, Monitorização e Avaliação da Estratégia, o plano de ação, da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo 2017-2023, foi aprovado na primeira reunião da Comissão Interministerial em novembro do ano passado.

Como principais medidas do plano, algumas já em desenvolvimento, destacam-se o acolhimento residencial, alargamento e integração da intervenção na área da saúde e a promoção da formação e da integração profissional das pessoas sem-abrigo.

Em termos de habitação, o plano destaca a "priorização do alojamento permanente em habitações individualizadas", através da criação de uma bolsa de casas.

Está também prevista a disponibilização de casas a pessoas em situação de sem-abrigo, pelas entidades proprietárias ou gestoras de património de habitação social, e o desenvolvimento de programas específicos já experimentados a nível nacional e internacional.

Até 2023 serão disponibilizadas 20 habitações permanentes, com um incremento de 2,5% de habitações sociais que as autarquias tenham disponíveis.

Relativamente ao acolhimento residencial, as ações definidas visam alargar as atividades relacionadas com o acolhimento e respostas sociais, avaliando as necessidades identificadas no diagnóstico local.

Notícia redigida com recurso a texto da Agência LUSA