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Destaques

É hoje que o Rivoli faz anos e oferece a entrada em 17 horas de festa sem parar
20-01-2018
Hoje é dia de festa no Rivoli, que celebra os seus 86 anos com a oferta de numerosos eventos à cidade. Desde as 11 horas e até às 4 de domingo, a entrada é livre para descobrir novas criações. Basta levantar o bilhete que, para dar oportunidade a todos, é limitado ao máximo de dois por pessoa. 

Alguns destaques:

11h00 + 15h00 - Do pé para a mão, Joana Providência e Regina Guimarães, Sala de Ensaios
Uma viagem de palavra em palavra para descobrir a história da menina que não queria dormir nunca e da palavra que queria casar, dos cinco dedos que são filhos da mão e da palavra que dava uma imensa alegria a um certo rapaz.
Saltar de poema em poema, voar entre mini histórias desconcertantes, e tudo porque as palavras nunca deixam de surpreender.
Duração: 40 minutos
Classificação Etária: M/6 anos
Público-Alvo: 1º Ciclo e famílias

15h00 + 18h00 - Coro, André Murraças, Auditório IAC
CORO é um musical sobre e com os colaboradores do Rivoli. Quem são as pessoas atrás da cortina, por baixo do palco, na entrada do teatro? Que vidas têm aqueles que nos ajudam a ver os espetáculos?
Durante alguns meses, o encenador e dramaturgo André Murraças conversou com colaboradores de todas as áreas do teatro Rivoli. Da limpeza às bilheteiras, foram diversas as conversas com pessoas que são muito mais do que as suas profissões. Depois, esses colaboradores foram desafiados a serem as suas próprias personagens - a fazerem de si mesmos - num espetáculo que fala sobre eles e por eles. Fez-se um musical onde as suas vidas são o texto e as canções. É a hora de serem as estrelas e de terem o seu tempo de brilho. Alguns dançam, outros cantam, outros são muito tímidos para a cena e, portanto, o nosso protagonista encarrega-se de os apresentar. Sendo o aniversário do teatro, não haverá melhor maneira de celebrar as pessoas que fazem parte estruturante dele.

15h30- Lançamento do Caderno n.º 6 Bodied Spaces, discurso cruzado entre corpo e espaço, Café Rivoli
Cumprindo o desígnio e a vontade de Isabel Alves Costa, primeira diretora do Teatro Rivoli, é retomada a contagem da coleção de cadernos temáticos que voltam a ser publicados, agora anualmente, numa publicação bilingue ancorada na programação do Teatro Municipal do Porto. Com design de Nuno Coelho, o número 6, "Bodied Spaces - discursos cruzados entre corpo e espaço", tem coordenação editorial de Gabriela Vaz-Pinheiro e publicação com a Imprensa Nacional Casa da Moeda.

19h00 - BRUTA, Ana Deus, piso 5
Bruta é um projeto de canções a partir de poesia de autores variados.
O primeiro trabalho, editado emnNovembro de 2015 pela editora Miasoave, musicou poetas visitados pela loucura ou pelo suicídio, como Stela do Patrocínio, Mário de Sá Carneiro, Sylvia Plath, António Gancho e Ângelo de Lima.
Durante 2016/17, o duo, constituído por Ana Deus na voz e pelo multi-instrumentista Nicolas Tricot, passou a acrescentar aos seus espetáculos temas com poemas de autores de cada terra onde atuava: Manuel Laranjeira (Espinho), Antero de Quental (Ponta Delgada), Júlio Dinis (Ovar), Augusto Gil (Guarda), Miguel Torga (Vila Real), Luís Miguel Nava (Viseu) Bocage (Setúbal), Camilo Pessanha (Coimbra) e Luís Vaz de Camões (Lisboa).

21h30 - El Baile, Mathilde Monnier
Muito livremente inspirado pelo programa de culto com o mesmo título transmitido na Argentina nos anos 80, El Baile reúne Mathilde Monnier e Alan Pauls no mesmo impulso coreográfico e a vontade "de contar o que a história faz ao corpo". Houve, em 1981, um espetáculo unificador, Le Bal, imaginado por Jean-Claude Penchenat com a companhia do Théâtre du Campagnol em 1981, traçando uma história popular da França desde a Libertação. Esse espetáculo é reinventado neste projeto, localizado em Buenos Aires desde 1978 até ao presente. Acima de tudo, El Baile torna-se outro projeto, rico nas histórias pessoais dos intérpretes para "explorar as mitologias argentinas, o que resta das gerações perdidas, as revoluções dançadas" - um país de tango e futebol, rock e protesto. "Para tirar da história tudo o que ela ainda nos pode oferecer", diz Mathilde Monnier. Uma peça sem palavras dançada por 12 intérpretes argentinos, uma imaginação coletiva cheia de música e dança para falar sobre o passar do tempo.

Veja mais detalhes sobre o que o Rivoli lhe ferece hoje, aqui.