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Destaques

Dívida bancária da Câmara continua a descer
24-09-2019

A tendência decrescente da dívida bancária e a manutenção de um reduzido prazo médio de pagamento a fornecedores são dois aspetos que se destacam da mais recente síntese financeira do Município do Porto, apresentada por Rui Moreira, em sessão da Assembleia Municipal.


Dados que deixam o presidente da Câmara do Porto confiante e otimista, pois permitem "que continuemos a ser muito competitivos no lançamento de concursos públicos, hoje cada vez mais difícil", assumiu Rui Moreira, nesta segunda-feira.

Com o prazo médio de pagamento a fornecedores nos cinco dias e a dívida bancária de médio/longo prazo a registar uma redução de 11,3 milhões de euros (-33,4%) face a idêntico período de 2018, a dependência financeira de terceiros torna-se cada vez menor. Neste momento, a Câmara do Porto deve 22,6 milhões de euros à banca, um valor que nos últimos seis anos tem registado um acentuado e continuado decréscimo.

No final do ano de 2014, primeiro ano completo do anterior mandato de Rui Moreira, a dívida bancária de médio e longo prazo ascendia a 87,3 milhões de euros, registando uma diminuição de 9,8 milhões de euros face a 2013. 

Nesta informação financeira, com dados apurados até ao final de agosto de 2019, há também uma outra novidade a registar, reflexo da política adotada na redução de impostos diretos aos portuenses. Segundo Rui Moreira, "nos impostos diretos o decréscimo é, em grande medida, produto da diminuição da cobrança do IMI e do IMT, em 9,7 milhões de euros e 2,6 milhões de euros, respetivamente".

Por outro lado, registou-se o aumento da derrama em 8,7 milhões de euros, indicador que "diz bem o que se passa na economia da cidade", assinalou o autarca.

Neste enquadramento, destaque também para a subida da receita na rubrica "taxas, multas e outras penalidades" em 6,3 milhões de euros, em grande medida, devido à cobrança da taxa municipal turística.

Consulte o vídeo com a informação financeira na íntegra: