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DGPC propõe classificar a Igreja da Trindade e obras da Coleção Miró
29-02-2020
A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) vai propor ao Governo que seja atribuída a Classificação de Bens Imóveis à Igreja da Ordem da Trindade e à Coleção Miró, que está depositada na Fundação de Serralves.

Conforme publicado ontem em Diário da República, a DGPC defende que o imóvel da "Trindade", edificado no século XIX, seja considerado Monumento de Interesse Público (MIP), dando sequência a um processo que data já de junho de 2016, ano em que a Ordem proprietária do edifício apresentou o pedido à tutela.

O processo de decisão da Igreja da Ordem da Trindade como MIP está pendente da publicação final da Portaria de classificação, decorrendo agora ainda um período de consulta pública de 30 dias úteis.

Os edifícios da Igreja e do Antigo Hospital da Ordem da Trindade são "exemplares da transição entre o esplendor do barroco e o forte caráter funcional do neoclassicismo", como se lê na página oficial da DGPC.

Por outro lado, esse organismo propõe também a classificação da Coleção Miró como Bem de Interesse Público. Trata-se de um conjunto de 85 obras do artista catalão Joan Miró, provenientes da coleção do antigo Banco Português de Negócios (BPN) e que estão depositadas na Fundação de Serralves.

A abertura do processo de classificação data de 17 de janeiro do ano passado e o anúncio foi publicado a 13 de fevereiro, estando a decorrer 30 dias úteis para pronúncias de interessados.

Entretanto, estão previstas para este ano as obras de ampliação, remodelação e conservação da Casa de Serralves, que acolherá as obras de Miró no âmbito do Protocolo de Depósito e de Promoção Cultural assinado pela Câmara do Porto, Governo e Fundação de Serralves em outubro de 2018.