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Destaques

Nova rede de parques infantis
29-04-2016

Em 2015, a Câmara do Porto iniciou um programa para renovar e criar novos parques infantis na cidade, uma promessa eleitoral de Rui Moreira. Até à data encontram-se requalificados e já em uso oito equipamentos, sendo que, até o final deste ano, serão abertos mais cinco, num investimento total do Município perto dos 900 mil euros.


Para além dos equipamentos criados de raiz (a maioria), os trabalhos incluem a instalação de equipamentos, mobiliário urbano, colocação de pavimentos de segurança, execução ou beneficiação de acessos, renovação de espaços verdes, ampliação, para proporcionar à população infantil e juvenil locais de lazer adaptados aos diferentes usos e próximos das áreas de residência.


O projeto foi elaborado na sequência de um estudo das lacunas existentes na cidade, feito pela Câmara em parceria com as Juntas de Freguesia. O objetivo principal consiste em criar pólos de atratividade e condições de usufruto, posicionando o Município num índice de oferta superior ao padrão, ou seja, mais de dois parques infantis por cada mil crianças.


Filipe Araújo, vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente explicou ao porto.pt que a aposta passa também por outra vertente, relacionada com a inclusão social de pessoas com deficiência.


"Dotamos o Covelo com alguns equipamentos para pessoas com deficiência, tornando o Porto uma cidade cada vez mais inclusiva e faremos isso também noutros espaços", referiu, explicando que não será possível colocar este género de equipamentos em todos os parques, devido à própria dimensão.


Os equipamentos estão a ser distribuídos por todas as freguesias da cidade, embora com peso acrescido na zona oriental do Porto. Estão concluídos e já em funcionamento os seguintes parques: Jardim do Conhecimento, Soares dos Reis, Jardim da Cordoaria, Parque de São Roque, Foco, Asas de Ramalde e Quinta do Covelo.


Até ao final do ano irão ficar prontos os equipamentos: Cervantes, Areosa, Jardim de Belém, Jardim de Arca D'Água, Escultor Henrique Moreira e Calém.


"Finalizaremos o ano com uma cobertura geográfica da cidade muito mais interessante. Será um trabalho contínuo, pois colmatada esta deficiência [ao nível da cobertura] iremos continuar este processo", explicou o responsável.