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Cátedra Agostinho Neto traz estudos da literatura angolana à U.Porto
13-09-2019
A Universidade do Porto (U.Porto) ganhou a "Cátedra Agostinho Neto" através de um acordo "simbólico" e "importante" para o estudo das Línguas, Culturas e Literatura Angolanas em Portugal, revelou o Professor Francisco Topa, futuro responsável pela cátedra, citado pela Lusa.

A criação daquela cátedra resulta de um protocolo assinado entre a presidente da Fundação António Agostinho Neto (FAAN) e viúva do médico, escritor e político, Maria Eugénia Neto, e a diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), Fernanda Ribeiro, no âmbito de uma homenagem no 40.º aniversário da morte de Agostinho Neto (10 de setembro), primeiro Presidente de Angola e considerado o patrono da poesia angolana, que conduziu o país à independência.

Francisco Topa, docente na Faculdade de Letras da U.Porto, salientou à Lusa que o protocolo "é muito simbólico e muito importante" para Portugal e Angola porque, apesar de não ir "mudar o mundo", vai ajudar a "normalizar e a aprofundar as relações" entre os dois países. "É a segunda cátedra que esta fundação cria. A primeira surgiu na Universidade de Roma Tre, em Itália, e a segunda é criada em Portugal, na Universidade do Porto", avançou.

A "Cátedra Agostinho Neto" traduz-se num "apoio logístico e financeiro" da parte da Fundação António Agostinho Neto ao estudo das línguas, das culturas e da literatura angolana em Portugal, designadamente na U.Porto, com destaque para a obra de Agostinho Neto.