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Destaques

Câmara do Porto requalifica jardins municipais
15-04-2015

Nos últimos 18 meses, a Câmara do Porto requalificou oito espaços verdes municipais, seguindo-se obras nos jardins da Praça da República e da Corujeira. Um investimento de cerca de 800 mil euros. Hoje, foram apresentadas as reabilitações dos jardins do Passeio Alegre e da Avenida Carlos I e as obras de requalificação na Avenida das Tílias (Palácio de Cristal), na Rua Ezequiel Campos (Ramalde), na Praça do Marquês e Jardim de S. Lázaro.


"Este Executivo aposta na preservação de espaços verdes que há muitos anos não tinham manutenção e estavam extremamente degradados", afirmou o vereador da Inovação e Ambiente, Filipe Araújo, recordando que a valorização/reabilitação dos jardins da cidade "é algo que está no manifesto eleitoral [do movimento independente eleito nas autárquicas de 2013]".


Por isso, e segundo o presidente da Câmara do Porto, o objetivo é "continuar a requalificar" os espaços verdes existentes, adiantando Rui Moreira que o da Corujeira e o da Praça da República "seguramente são os próximos".


No âmbito dos 800 mil euros de investimento, cofinanciado em cerca de 500 mil euros por fundos europeus, a autarquia "devolveu" à cidade a fonte existente na avenida Montevideu, desenhada pelo arquiteto Manuel Marques e construída em 1931. A última intervenção realizada naquela fonte e espaço verde na linha de costa da cidade data de 2001, aquando do projeto Polis, da autoria do arquiteto catalão Solà-Morales.


A fonte passou a ter água e é iluminada à noite, com LED. Já os jardins da avenida Montevideu e do Homem do Leme foram recuperados com pavimentos em saibro e respetivos sistemas de drenagem, bem como salvaguardado o património paisagístico classificado como de interesse público, designadamente o conjunto de metrosideros ali existentes.


Filipe Araújo revelou que o Porto tem 12 metros quadrados de área verde por habitante e a ideia da autarquia é tornar a cidade cada vez mais verde, nomeadamente através da rearborização. "Temos 33 mil árvores inventariadas", disse, adiantando ser ainda objetivo "aumentar a classificação" de árvores na cidade, "não só do domínio público mas também do privado".


O vereador referiu que a Câmara está a concluir uma estratégia com instituições da cidade para candidatar ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) um novo conjunto de árvores, como um conjunto de camélias que existe na Casa Tait e outras espécies existentes no Jardim Botânico e na Universidade do Porto.