Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Filipa Brito
Inauguração do novo Pólo do Teatro das Marionetas em Campanhã
15-12-2016
O Teatro de Marionetas do Porto inaugurou, hoje, o novo Pólo das Marionetas. Fica na Casa da Brincad'Eira da Quinta da Bonjóia, em Campanhã, local onde a companhia passa a ter atividades abertas ao público.
O pólo funciona como um museu fora de portas e a exposição inaugural "Cinderela" estará patente até novembro de 2017. Será a partir dela que serão feitas leituras encenadas e que surgirá um projeto de criação com a comunidade residente. Da Associação Nun'Álvares de Campanhã chegou já o primeiro grupo de crianças que conheceram as personagens e que assistiram à primeira leitura encenada.
Esta não é uma Cinderela tradicional. Os textos dão apenas o mote para uma viagem irrepetível, que cruza as personagem do conto com as de outras histórias infantis e que, usando adereços e estímulos vários, proporciona uma experiência única a cada uma das crianças presentes.
Isabel Barros, diretora do Teatro de Marionetas do Porto, afirma que este é um projeto com uma missão muito forte por ser vocacionado para as questões sociais e, com o cuidado de levar as marionetas a todas as faixas etárias, uma vez que foi criado com o apoio da Câmara do Porto.
A criação deste pólo decorre do processo de mudança das instalações do Teatro da rua das Flores para a Rua de Belomonte, mudança que Isabel Barros encara como "final feliz".
"O museu era algo precioso que a cidade não podia perder", admite Manuel Pizarro, vereador da habitação e ação social da autarquia, acrescentando que foi um local propositadamente escolhido, tendo em conta a visão do atual executivo em "requalificar esta zona oriental, tal como envolver a comunidade neste programa cultural."
Cinderela foi a última peça escrita e encenada por João Paulo Seara Cardoso, em 2010, simbolicamente escolhida em homenagem ao fundador da companhia teatral.