Finais de voleibol jogam-se no Estádio de Praia desde hoje e até domingo
O melhor voleibol nacional está de regresso à Praia Internacional do Porto, onde está montado, junto ao Edifício Transparente, o Estádio de Praia.
Finais de voleibol jogam-se no Estádio de Praia desde hoje e até domingo
O melhor voleibol nacional está de regresso à Praia Internacional do Porto, onde está montado, junto ao Edifício Transparente, o Estádio de Praia.

O melhor voleibol nacional está de regresso à Praia Internacional do Porto, onde está montado, junto ao Edifício Transparente, o Estádio de Praia.


No local começaram hoje as finais do Campeonato Nacional de Sub-22. Os jogos, que se prolongam por sexta-feira, decorrem entre o meio-dia e as 19 horas.

Também nesta sexta, mas até domingo, tem lugar no recinto montado pela empresa municipal PortoLazer a última etapa do Campeonato Activobank 2018, a competição nacional de voleibol de praia sénior. A final feminina é às 15 horas de domingo e a masculina duas horas depois. 

Com estas provas chega ao fim a temporada deste ano do Estádio de Praia. O espaço, dinamizado pelo Município do Porto, foi montado no início de julho. Antes do voleibol, foi palco de competições de rugby e andebol.

O público tem acesso livre.

Porto. Diário.
Nova edição do jornal Porto. já está disponível online
A edição n.º 7 do jornal "Porto.", o jornal da Câmara do Porto, já está disponível em versão digital e pode ser consultada diretamente online.
Nova edição do jornal Porto. já está disponível online
A edição n.º 7 do jornal "Porto.", o jornal da Câmara do Porto, já está disponível em versão digital e pode ser consultada diretamente online.

A edição n.º 7 do jornal "Porto.", o jornal da Câmara do Porto, já está disponível em versão digital e pode ser consultada diretamente online.


Esta edição, cuja versão em papel começou a ser distribuída nas caixas de correio dos portuenses na passada sexta-feira, tem como tema de capa a internalização dos serviços de limpeza e recolha de resíduos pela Empresa Municipal do Ambiente.

Outros importantes dossiês da atualidade da cidade são igualmente tratados no "Porto." n.º 7, de que pode ler um resumo AQUI.

Também já pode consultar diretamente ou descarregar a versão digital clicando AQUI.

Porto. Diário.
Percurso Cultural descobre o neoclássico na antiga Rua da Duquesa de Bragança
O Percurso Cultural desta semana prossegue na descoberta das referências neoclássicas numa rua que já homenageou a Duquesa de Bragança na toponímia portuense, tendo atualmente o nome de outro membro real da última dinastia portuguesa.
Percurso Cultural descobre o neoclássico na antiga Rua da Duquesa de Bragança
O Percurso Cultural desta semana prossegue na descoberta das referências neoclássicas numa rua que já homenageou a Duquesa de Bragança na toponímia portuense, tendo atualmente o nome de outro membro real da última dinastia portuguesa.

O Percurso Cultural desta semana prossegue na descoberta das referências neoclássicas numa rua que já homenageou a Duquesa de Bragança na toponímia portuense, tendo atualmente o nome de outro membro real da última dinastia portuguesa.


"À descoberta do neoclássico na Rua de D. João IV" é o tema do terceiro Percurso Cultural de agosto, que a Câmara do Porto promove na tarde desta sexta-feira, a partir das 15 horas.


Com ponto de encontro no entroncamento desta rua com a de Coelho Neto, no Largo do Padrão, esta iniciativa parte de um olhar atento sobre a arquitetura, nas suas vertentes de cantaria, ferro, azulejaria, vidros e elementos decorativos interiores, constituindo uma proposta de levantamento de conceitos e formas inspiradas na cultura e nos mitos clássicos, sem esquecer os topónimos e a história do lugar e dos seus habitantes na conjuntura urbana.


A sessão é conduzida pela historiadora da arte Isabel Andrade Silva e tem um custo de participação de 3 euros, podendo o bilhete ser adquirido online.


Saiba o que a programação do terceiro trimestre tem ainda para lhe propor descarregando a respetiva agenda.


Mais informações através do email percursos.culturais@cm-porto.pt ou do telefone 223 393 480.

Porto. Diário.
Porto recebe a Liga dos Campeões de Minigolfe
Depois de já ter acolhido o Campeonato Europeu de Minigolfe em 2002 e o Torneio Europeu de Sub-23 em 2016, o Porto prepara-se agora para receber, entre os dias 4 e 6 de outubro, a Liga dos Campeões de Minigolfe. Esta competição europeia terá lugar no campo do Passeio Alegre, na Foz do Douro.
Porto recebe a Liga dos Campeões de Minigolfe
Depois de já ter acolhido o Campeonato Europeu de Minigolfe em 2002 e o Torneio Europeu de Sub-23 em 2016, o Porto prepara-se agora para receber, entre os dias 4 e 6 de outubro, a Liga dos Campeões de Minigolfe. Esta competição europeia terá lugar no campo do Passeio Alegre, na Foz do Douro.
Depois de já ter acolhido o Campeonato Europeu de Minigolfe em 2002 e o Torneio Europeu de Sub-23 em 2016, o Porto prepara-se agora para receber, entre os dias 4 e 6 de outubro, a Liga dos Campeões de Minigolfe. Esta competição europeia terá lugar no campo do Passeio Alegre, na Foz do Douro.

O evento - com inscrições abertas até 31 de agosto - é organizado pelo Clube de Minigolfe do Porto e Federação Portuguesa de Minigolfe. Vai juntar os representantes, masculinos e femininos, dos clubes campeões dos respetivos campeonatos nacionais da Europa.

Estão já confirmadas as presenças dos clubes vencedores da última edição da competição, realizada em Itália, nomeadamente o Uppsala BGK da Suécia e o DGC Byst'ice pod Hostýnem, da República Checa.

Mais informações no site oficial da Minigolf European Cup 2018.
Porto. Diário.
Ruas na zona da Pasteleira vão ser beneficiadas
Iniciam-se na segunda-feira, 20 de agosto, trabalhos de beneficiação do piso na zona da Pasteleira. A empreitada, a executar no prazo previsto de 30 dias, compreende a repavimentação das ruas de André Rezende, Rui de Pina e Fernão Lopes.
Ruas na zona da Pasteleira vão ser beneficiadas
Iniciam-se na segunda-feira, 20 de agosto, trabalhos de beneficiação do piso na zona da Pasteleira. A empreitada, a executar no prazo previsto de 30 dias, compreende a repavimentação das ruas de André Rezende, Rui de Pina e Fernão Lopes.

Iniciam-se na segunda-feira, 20 de agosto, trabalhos de beneficiação do piso na zona da Pasteleira. A empreitada, a executar no prazo previsto de 30 dias, compreende a repavimentação das ruas de André Rezende, Rui de Pina e Fernão Lopes.


Da responsabilidade da empresa municipal de GO Porto - Empresa Municipal de Gestão e Obras, a intervenção representa um investimento de 44.338,10 €. Compreende a fresagem dos pavimentos existentes e a aplicação de nova camada de desgaste betuminoso.

Durante o período de execução das obras, que decorrerão de forma faseada, será necessário estabelecer alguns condicionamentos de trânsito, pela seguinte ordem:

Fase 1 - de 20 a 29 de agosto
- Proibição do trânsito, exceto cargas e descargas e acesso a garagens, e estacionamento, em ambos os lados, no arruamento nascente da Rua de Fernão Lopes;

Fase 2 - de 28 de agosto a 6 de setembro
- Proibição do trânsito, exceto cargas e descargas e acesso a garagens, e de estacionamento, em ambos os lados, no arruamento poente da Rua de Fernão Lopes;
- Estabelecimento do sentido único sul/norte na Rua de Fernão Lopes, no troço compreendido entre a Rua de Rui de Pina e a Rua de Bartolomeu Velho;

Fase 3 - de 4 a 19 de setembro
- Proibição do trânsito, exceto cargas e descargas e acesso a garagens, e de estacionamento, em ambos os lados, na Rua de André Rezende e Rua Rui de Pina.

Porto. Diário.
Projeto urbanístico na Arrábida surgiu em 2001 foi alvo de decisão favorável do Supremo Tribunal em 2009
Empreendimento urbanístico em curso na Arrábida é possível graças a várias decisões favoráveis da Câmara do Porto, em mais de 17 anos e a uma sentença judicial do Supremo Tribunal Administrativo, que conferiram aos promotores direitos construtivos. PS e PSD aprovaram em 2001 a permuta que abriu o caminho à construção.
Projeto urbanístico na Arrábida surgiu em 2001 foi alvo de decisão favorável do Supremo Tribunal em 2009
Empreendimento urbanístico em curso na Arrábida é possível graças a várias decisões favoráveis da Câmara do Porto, em mais de 17 anos e a uma sentença judicial do Supremo Tribunal Administrativo, que conferiram aos promotores direitos construtivos. PS e PSD aprovaram em 2001 a permuta que abriu o caminho à construção.
Empreendimento urbanístico em curso na Arrábida é possível graças a várias decisões favoráveis da Câmara do Porto, em mais de 17 anos e a uma sentença judicial do Supremo Tribunal Administrativo, que conferiram aos promotores direitos construtivos. PS e PSD aprovaram em 2001 a permuta que abriu o caminho à construção.

A construção começou a ser viabilizada graças a uma permuta com a autarquia em 2001 (era a Câmara liderada pelo Partido Socialista) que concedeu aos promotores terrenos que não possuíam. Depois disso, o Município, quer quando era presidido pelo PS quer no tempo em que era presidido pelo PSD, aprovou PIPs (pedidos de informação prévia que conferem direitos construtivos) e a poucos meses das eleições de 2013, o executivo de Rui Rio passou uma licença de obra. A solução actualmente em construção seria viabilizada em 2016, graças aos PIPs aprovados por Manuel Correia Fernandes, eleito pelo PS.

A acta da reunião de Executivo de 11 de Dezembro de 2001, quando o PS ainda presidia à autarquia, mostra que a decisão foi aprovada com votos de vereadores socialistas, mas também de social-democratas. José Carlos Póvoas, vereador do PSD, disse que a escarpa era "um nojo", defendendo a construção, "a bem da cidade".

O presidente da Câmara, Nuno Cardoso, mas também a vice-presidente, Manuela de Melo, aprovaram a proposta de permuta e é essa propriedade que, ao longo de 17 anos, deu aos proprietários o direito a apresentarem projetos. O reconhecimento do direito construtivo foi-lhe dado, quer pelos PIPs que câmaras presididas por PS e PSD aprovaram quer por uma sentença judicial do Supremo Tribunal Administrativo, em 2009, que inviabilizou um indeferimento dado pelo vereador Ricardo Figueiredo.

A querela judicial surgiu depois da Imoloc (então proprietária) ter pedido um deferimento tácito ao seu projeto, depois da Câmara, já então presidida por Rui Rio, não ter respondido nos prazos legais aos pedidos do promotor. A alteração do desenho original tinha levado o vereador a indeferir o projeto, mas o Tribunal obrigou em 2009 a deferir favoravelmente, de novo, não considerando que a alteração permitisse ao vereador retirar os direitos ao promotor.

Na reunião de Executivo de 11 de Dezembro de 2001, o presidente, Nuno Cardoso, justificou a permuta "em nome dos interesses paisagísticos da cidade". José Carlos Póvoas, do PSD, perguntou então se "existia alguma dúvida" e que "a Câmara saia claramente a ganhar" e questionou "se em termos ambientais os vereadores queriam o nojo da escarpa ou uma reabilitação urbana naquela zona".

Segundo a acta, Rui Sá, vereador da CDU, votou contra a permuta, por entender que a Câmara perdia valor negocial com a Imoloc, enquanto não fosse resolvida a questão do Parque da Cidade. "Às vezes, os pequenos terrenos, mesmo sem terem capacidade construtiva, assumem um papel muito importante num processo de negociação", transcreve a acta da reunião.

A proposta seria aprovada com sete votos a favor e seis contra. Votou a favor, o presidente Nuno Cardoso (PS), as vereadoras Manuela de Melo, Ernestina Miranda e Manuela Vieira (todas do PS) e os vereadores Carlos Azeredo, Amorim Pereira e José Carlos Póvoas (do PSD).

Assim, quando o PS deixou a presidência da Câmara, em finais de 2001, a permuta de terrenos tinha sido feita, com a ajuda de vereadores do PSD e apesar de ter havido votos contra. E havia um PIP aprovado, que conferia ao promotor direitos construtivos. A decisão de licenciamento da obra foi, contudo, deixada para o executivo seguinte, presidido por Rui Rio, do PSD.

Mas, perante o silêncio municipal, depois disso, a Imoloc requereu o deferimento tácito do projecto a 9 de Janeiro de 2002 e, três meses depois, fez um aditamento ao pedido para melhorar o desenho. O então vereador do Urbanismo, Ricardo Figueiredo, indeferiu-o, seguindo-se um litígio judicial. A última batalha foi ganha pelo promotor, que defendia o direito de construção de 17 mil metros quadrados na Rua do Ouro e requeria a anulação dos indeferimentos de Ricardo Figueiredo. O Supremo Tribunal Administrativo considerou nula a sentença da primeira instância em Fevereiro de 2009, abrindo a porta à construção no terreno na marginal ribeirinha do Porto.

Depois disso, a Câmara do Porto, sempre no tempo da presidência de Rui Rio, veio a aprovar vários PIPs e a emitir licença de obra, situação que dava direitos construtivos imediatos ao promotor e que assim foi encontrada pelo executivo de Rui Moreira, em Outubro de 2013, quando assumiu a presidência.

Durante os três anos e meio que se seguiram, o urbanismo esteve entregue ao vereador eleito como número 2 da lista do PS, Manuel Correia Fernandes, que aprovou para o local quatro novos PIPs, referentes a dois edifícios, alterando a sua forma e mantendo, aproximadamente, a mesma volumetria.

A última versão aprovada por Correia Fernandes previa a mais alta torre que até então tinha sido proposta em 17 anos de processo (nas versões anteriores chegava-se aos 12 pisos). O vereador aprovou um prédio com mais de 51 metros de cércea e 15 pisos para ser um hotel. Esse PIP confere direitos construtivos ao promotor que, tal como aconteceu em 2002, caso a Câmara lhe viesse a recusar a licença, poderia recorrer aos tribunais obrigando à sua emissão.

Rui Loza, vereador na parte final do mandato passado, era, por isso, obrigado a passar a licença, aproveitando a ocasião o promotor para pedir a alteração de uso do edifício, passando a ser de habitação e não um hotel.

Em face das notícias que têm sido publicadas sobre o assunto e vários comunicados do PSD, entendeu a Câmara Municipal do Porto dar aos munícipes estes esclarecimentos, que se somam aos já fornecidos em reunião de Executivo e em Assembleia Municipal em Maio último pelo presidente da Câmara e aos que recentemente foram publicados em artigo no JN e também através de comunicado que se encontra no Portal de Notícias do Porto e no site da autarquia.
Porto. Diário.
Casa-Museu Guerra Junqueiro convida para visita e oficina ao encontro da obra de Günter Grass
A Casa-Museu Guerra Junqueiro promove no sábado, às 11 horas, uma visita, seguida de oficina, à exposição "Encontros", composta por obras plásticas do Prémio Nobel da Literatura Günter Grass (1927-2015). Ambas as iniciativas são gratuitas, com inscrição prévia.
Casa-Museu Guerra Junqueiro convida para visita e oficina ao encontro da obra de Günter Grass
A Casa-Museu Guerra Junqueiro promove no sábado, às 11 horas, uma visita, seguida de oficina, à exposição "Encontros", composta por obras plásticas do Prémio Nobel da Literatura Günter Grass (1927-2015). Ambas as iniciativas são gratuitas, com inscrição prévia.
A Casa-Museu Guerra Junqueiro promove no sábado, às 11 horas, uma visita, seguida de oficina, à exposição "Encontros", composta por obras plásticas do Prémio Nobel da Literatura Günter Grass (1927-2015). Ambas as iniciativas são gratuitas, com inscrição prévia. 

Na oficina, os participantes irão construir um tambor, indo-se ao encontro do instrumento que Oskar, o protagonista do romance "O Tambor de Lata" do escritor alemão, desejava receber pelo seu terceiro aniversário.

Inaugurada em março, Encontros é uma exposição itinerante, patente na Casa-Museu Guerra Junqueiro até 23 de setembro.
É composta por aguarelas, gravuras e esculturas de Grass, revelando o universo multidisciplinar do polémico autor alemão.  

O programa de eventos que acompanha a exposição é também ele uma expressão de Encontros possíveis, seja com a música, como foi o caso do concerto pelo Emsemble de Percussões da Banda Sinfónica Portuguesa, visitas orientadas ou atividades recreativas, de que é exemplo a oficina de sábado.

A inscrição na visita e oficina deve ser realizada através do número 222 003 689.

// "Encontros"
Terça-feira a domingo, das 10 às 17,30 horas
Encerrada à segunda-feira e feriados
Entrada livre

Casa-Museu Guerra Junqueiro
Rua de Dom Hugo, 32 (à Sé)
Porto. Diário.
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