Exposição evoca memória do cineasta Manoel de Oliveira em 40 caricaturas
Cerca de 40 caricaturas do cineasta Manoel de Oliveira vão estar em exposição no Península Boutique Center, no Porto, a partir deste sábado e até 11 de março. A mostra, organizada pelo Museu Nacional da Imprensa, baseia-se no Prémio Especial de Caricatura dedicado a Manoel de Oliveira no XV PortoCartoon-World Festival.
Exposição evoca memória do cineasta Manoel de Oliveira em 40 caricaturas
Cerca de 40 caricaturas do cineasta Manoel de Oliveira vão estar em exposição no Península Boutique Center, no Porto, a partir deste sábado e até 11 de março. A mostra, organizada pelo Museu Nacional da Imprensa, baseia-se no Prémio Especial de Caricatura dedicado a Manoel de Oliveira no XV PortoCartoon-World Festival.
Cerca de 40 caricaturas do cineasta Manoel de Oliveira (1908-2015) vão estar em exposição no Península Boutique Center, no Porto, a partir deste sábado e até 11 de março.

A mostra, organizada pelo Museu Nacional da Imprensa (MNI), baseia-se no Prémio Especial de Caricatura dedicado a Manoel de Oliveira no XV PortoCartoon-World Festival. As obras pertencem a artistas de diferentes países, tais como Alemanha, Brasil, Colômbia, Espanha, Irão, Itália, Portugal, Suíça, Turquia e Ucrânia.

Em 2013, a figura de Manoel de Oliveira e a do Nobel José Saramago constituíram o mote para o MNI lançar um novo Prémio relacionado expressamente com a caricatura. Nesta linha, as escolhas subsequentes destacaram Nelson Mandela, Siza Vieira, Sara Sampaio, Chaplin e, em 2017, António Guterres e Pablo Picasso. Para 2018 foram apontadas as figuras de Amália Rodrigues e Woody Allen para serem caricaturadas pelos artistas de todo o mundo.

Esta exposição representa a sétima evocação feita pelo Museu Nacional da Imprensa ao cineasta e ao seu trabalho. Em 2013, Manoel de Oliveira recebeu em sua casa os principais vencedores do XV PortoCartoon e, divertido, apreciou as diferentes caricaturas. Aquando da celebração dos 100 anos do cineasta foi realizada uma ampla exposição sobre a sua vida e obra.
Porto Ponto. Diário.
Empreendedores da cidade são desafiados a apresentar novas atividades para 2018
A Câmara do Porto lança, pelo segundo ano consecutivo, uma convocatória para seleção de atividades a realizar na cidade, ao longo de 2018, nas áreas do Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia.
Empreendedores da cidade são desafiados a apresentar novas atividades para 2018
A Câmara do Porto lança, pelo segundo ano consecutivo, uma convocatória para seleção de atividades a realizar na cidade, ao longo de 2018, nas áreas do Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia.
A Câmara do Porto lança, pelo segundo ano consecutivo, uma convocatória para seleção de atividades a realizar na cidade, ao longo de 2018, nas áreas do Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia. As candidaturas estão abertas até 4 de março e às propostas selecionadas serão atribuídos um total de 70 mil euros, recebendo cada projeto até 10 mil euros. 

Promovida no âmbito do Scale Up Porto, esta iniciativa existe para "aumentar o impacto das ações realizadas pela comunidade" de empreendedores e inovadores da cidade, tendo apoiado  oito projetos em 2017. De atividades para "makers" a conferências sobre o futuro, de "hackathons" a exposições de tecnologia, de workshops a programas de formação, ganhou expressão em 16 eventos de acesso aberto ao público. Participou também na realização de dois guias de ecossistema e de um "vlog show". Entre estes e outros resultados, potenciou o encontro e a manifestação de talentos.

Com a dinâmica experimentada no ano passado a atestar a oportunidade desta convocatória, são agora convidadas a propor atividades as organizações com delegação ou sede no concelho do Porto.

Para mais informação e candidaturas, aceda ao website do ScaleUp Porto.
Outros esclarecimentos relativos ao programa podem ser formalizados para hello@scaleupporto.pt.
Porto Ponto. Diário.
Museu Romântico reabre após investimento superior a meio milhão de euros em obras de requalificação
A Câmara do Porto abriu ao público o Museu Romântico. Rui Moreira inaugurou a nova exposição permanente e deu assim por terminado quase um ano de intervenção profunda neste equipamento municipal. Mas aproveitou para anunciar mais novidades neste domínio para os próximos tempos.
Museu Romântico reabre após investimento superior a meio milhão de euros em obras de requalificação
A Câmara do Porto abriu ao público o Museu Romântico. Rui Moreira inaugurou a nova exposição permanente e deu assim por terminado quase um ano de intervenção profunda neste equipamento municipal. Mas aproveitou para anunciar mais novidades neste domínio para os próximos tempos.
A Câmara do Porto abriu ao público o Museu Romântico. Rui Moreira inaugurou a nova exposição permanente e deu assim por terminado quase um ano de intervenção profunda neste equipamento municipal. Mas aproveitou para anunciar mais novidades neste domínio para os próximos tempos. 

Esta reabertura assinalou, ontem à noite, "o fim da mais significativa componente de obra" que a autarquia está a desenvolver no âmbito da candidatura ao Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 (NORTE 2020), para requalificação dos museus municipais com objetivos de conservação, proteção, promoção e desenvolvimento do património cultural, apontou o presidente da Câmara do Porto.

O projeto configura uma ideia de Museu de Cidade constituído por múltiplos polos, cada um deles renovado e em permanente convite a novas descobertas, a novos públicos. A sua concretização permitiu já "melhorar de forma expressiva três espaços municipais integrados na Rede Portuguesa de Museus: a Casa-Museu Guerra Junqueiro [reaberta em março do ano passado], a Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio [reaberta em julho] e o Museu Romântico", como lembrou Rui Moreira.  

Neste âmbito, melhoraram-se as acessibilidades externas e internas, tornando os equipamentos culturais mais amigáveis e "mais próximos da ideia de um museu para todos", explicou o autarca, destacando a presença na equipa do arquiteto Camilo Rebelo, do cenógrafo Tito Celestino da Costa e da dr.ª Paula Costa. Sob a sua orientação, restauraram-se peças, melhoraram-se as apresentações das coleções, a imagem, as áreas dedicadas aos serviços educativos, indo ao encontro da crescente procura por parte do público nacional e estrangeiro.

Concluída a etapa, fica agora disponível a nova exposição permanente do Museu Romântico instalado na Quinta da Macieirinha, onde se recria o ambiente de uma casa de campo no Porto de meados do século XIX. Rui Moreira sublinhou mesmo que o edifício, que foi residência do rei Carlos Alberto de Sabóia exilado no Porto, era já antes desta requalificação "o mais visitado dos nossos espaços museológicos". Talvez porque - admitiu - "o ambiente de época, o nome, os jardins abertos ao público do Palácio de Cristal e da Casa Tait que o envolvem compõem um discreto charme que convida a entrar".


A atração aumenta com o recente restauro de três pianos-fortes do século XIX, de oito relógios em bronze e antimónio, de trajes agora expostos, a colocação no museu de 13 pinturas propriedade da Câmara do Porto que estavam em depósito no Museu Nacional Soares dos Reis, e de um conjunto de gravuras e pinturas da coleção Vitorino Ribeiro provenientes das Reservas Municipais, permitindo alargar as coleções em mostra pública e dar a fruir à cidade o seu património.

Além disso, o equipamento digital e multimédia interativo agora instalado convive bem com o espólio de séculos anteriores, ajudando a descobri-lo e abrangendo novos públicos com maior sensibilidade tecnológica.

O valor total do investimento neste museu foi superior a meio milhão de euros, sendo 85% (469.827,34€) financiados pelo NORTE 2020 e 15% (82.910,71€) suportados pela Câmara do Porto. Do valor global de 552.738,05€, 356.160€ dizem respeito a obras e 196.578,05€ à musealização.

O presidente da Câmara adiantou que a requalificação dos polos museológicos e interpretativos do Museu da Cidade prossegue e que, paredes-meias com o Museu Romântico, abrirá em breve as portas na Casa Tait o Centro Interpretativo dos Caminhos do Romântico, concluindo-se a reabilitação de três Caminhos do Romântico que datam do Porto 2001. No espaço de uma antiga escola primária que se encontrava arruinada, junto ao Museu Romântico e à Casa Tait, vai nascer um espaço inteiramente dedicado aos Serviços Educativos, criando-se ali um eixo cultural renovado.

Por outro lado, prossegue igualmente a componente imaterial do projeto financiado pelo NORTE 2020, estando em curso a preparação dos catálogos atualizados dos museus que foram intervencionados e a renovação do website e dos prospetos de divulgação em quatro línguas.

Ímpeto de renovação alargada
Mas "este ímpeto de renovação estendeu-se a outros espaços, já fora do âmbito desta candidatura financiada", disse ainda Rui Moreira, para sublinhar que as obras do Museu do Vinho do Porto na Rua da Reboleira "estão muito avançadas" e a abertura acontecerá ainda neste ano.

Também a Casa-Oficina António Carneiro está em processo de requalificação e foi já restaurado o seu acervo de pintura, enquanto se desenha o projeto para a sua reabertura.

Por seu lado, o Banco de Materiais, o Gabinete de Numismática, as Reservas dos Museus Municipais, todos estes polos do Museu da Cidade têm em curso projetos de requalificação e mudança de instalações, a somar ao Museu de História da Cidade, projeto já em desenvolvimento e que irá instalar-se no antigo Reservatório da Pasteleira.

"Estamos também a preparar o tratamento do espólio do antigo Museu da Indústria para que um dia seja, também ele, devolvido à cidade", referiu ainda o presidente. E concluiu com mais uma novidade: a equipa técnica dos museus preparou uma programação para este ano que dará a conhecer, uma sexta-feira por mês ao final da tarde, o que há de novo nestes espaços renovados. "Deixamos este desafio: descobrir, ao entardecer, os museus que se qualificam e reinventam", disse Rui Moreira.

O "novo" Museu Romântico da Quinta da Macieirinha
O Museu Romântico está instalado numa antiga casa de campo, construída por meados do século XVIII para habitação de recreio, que pertenceu a um abastado comerciante portuense, na designada Quinta do Sacramento ou da Macieirinha. Foi nesta casa que se instalou (após curta estada no atual Palacete dos Viscondes de Balsemão) o exilado Rei da Sardenha e Príncipe do Piemonte, Carlos Alberto de Sabóia-Carignano, aqui passando os seus últimos dias e vindo a morrer a 28 de julho de 1849. Deste monarca foi neta Dona Maria Pia, uma das últimas rainhas de Portugal.

A propriedade, integrada numa ampla zona verde composta pelos Jardins do Palácio de Cristal e pelos Jardins da Casa Tait, ambos abertos ao público e com vista sobre o rio e mar, foi adquirida pelo Município para aí instalar o Museu Romântico. Inaugurado em 1972, o Museu recria o ambiente exterior e interior de uma habitação burguesa do século XIX, equipado com mobiliário e objetos decorativos da época, bem como os aposentos que retratam a presença do rei Carlos Alberto, exibindo algumas réplicas dos móveis originais que se encontram expostos no Museo Nazionale del Risorgimento Italiano, em Turim, oferecidas pelo Rei Humberto de Itália.

Rua de Entre-Quintas, 220 (ao Palácio de Cristal)
Aberto ao público de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 17,30 horas
Encerra à segunda-feira e dias feriados
Bilhete: 2,20€ (descontos a estudantes e seniores)
Entrada gratuita aos fins-de-semana
tel. 226 057 000 
museuromantico@cm-porto.pt
Porto Ponto. Diário.
Universidade Católica lança curso inovador de Investigação Empírica
Arranca esta sexta-feira no Instituto de Bioética da Universidade Católica-Porto o primeiro Curso Internacional de Investigação Empírica (ICER), uma formação que tem como objetivo a promoção do pensamento crítico na construção de artigos científicos.
Universidade Católica lança curso inovador de Investigação Empírica
Arranca esta sexta-feira no Instituto de Bioética da Universidade Católica-Porto o primeiro Curso Internacional de Investigação Empírica (ICER), uma formação que tem como objetivo a promoção do pensamento crítico na construção de artigos científicos.
Arranca esta sexta-feira no Instituto de Bioética da Universidade Católica-Porto o primeiro Curso Internacional de Investigação Empírica (ICER), uma formação que tem como objetivo a promoção do pensamento crítico na construção de artigos científicos.

Sandra Martins Pereira, uma das coordenadoras do projeto, em declarações ao JPN, explicou que o curso irá permitir "capacitar investigadores para a disseminação de resultados científicos, não só para a academia, através de artigos científicos, mas também tornar os dados acessíveis à sociedade, através da divulgação nos meios de comunicação social".

Na prática, o curso irá recorrer a Media Training para ajudar os alunos de doutoramento a tornar a linguagem académica mais acessível e próxima do cidadão. A coordenadora entende que o Media Training é um aspeto fundamental na formação dos investigadores, já que, "os projetos para serem aprovados pela Comissão Europeia têm de incluir a componente de disseminação de resultados científicos".

Apesar ser lecionado no Instituto de Bioética, a formação está pensado para um público de várias áreas científicas, como doutorandos em Enfermagem, Bioética ou em Ciências da Saúde.

O curso divide-se em 10 módulos com sessões marcadas a partir de 16 de fevereiro e com término a 24 de março.
Porto Ponto. Diário.
Assembleia de pensamento crítico reúne investigadores de vários países no Rivoli
Boaventura de Sousa Santos, Maria Iñigo Clavo e Vivian Ziherl são os participantes da segunda assembleia de pensamento crítico Metabolic Rifts, que se realiza no Auditório Isabel Alves Costa, no Rivoli, a partir das 14,30 horas deste sábado.
Assembleia de pensamento crítico reúne investigadores de vários países no Rivoli
Boaventura de Sousa Santos, Maria Iñigo Clavo e Vivian Ziherl são os participantes da segunda assembleia de pensamento crítico Metabolic Rifts, que se realiza no Auditório Isabel Alves Costa, no Rivoli, a partir das 14,30 horas deste sábado.
Boaventura de Sousa Santos, Maria Iñigo Clavo e Vivian Ziherl são os participantes da segunda assembleia de pensamento crítico Metabolic Rifts, que se realiza no Auditório Isabel Alves Costa, no Rivoli, a partir das 14,30 horas deste sábado. 

O evento é de acesso gratuito e convida a investigar morfologias do conhecimento, sistemas de colonização epistémica e de governança capitalista, bem como as presentes condições de delimitação política e corporativa que condicionam práticas curatoriais contemporâneas.

Depois da primeira sessão, realizada em Serralves em outubro passado, a segunda assembleia será aberta por Boaventura de Sousa Santos (professor catedrático jubilado, diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e distinguido pela Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison), que falará acerca de "Epistemologias do sul: descolonizando a arte e o conhecimento").

Maria Iñigo Clavo (investigadora, curadora e professora da Universidade Aberta da Catalunha, onde é cofundadora do grupo de investigação independente "Península, processos coloniais e práticas artísticas e curatoriais", em colaboração com o Museu Rainha Sofia, em Madrid) defenderá que "A nossa metodologia é o nosso agenciamento: notas sobre a descolonização do conhecimento através do curatorial"), a partir das 17 horas.
Uma hora depois, Vivian Ziherl (curadora, crítica e doutoranda na universidade australiana Monash) intervém sobre "760 anos de Natural: entre um leão e o oceano profundo").

Pelas 19 horas, realiza-se uma mesa-redonda moderada por Alexandra Balona e Sofia Lemos, as promotoras da Metabolic Rifts com o apoio do programa municipal Criatório, terminando a assembleia com a exibição de "Donna Haraway: storytelling for earthly survival" (2016, 81 min.) do realizador e ativista Fabrizio Terranova.

Consulte aqui mais informações sobre esta segunda assembleia Metabolic Rifts, promovido a partir da Prospections for Art, Education and Knowledge Production. Trata-se de uma assembleia peripatética de investigação em artes visuais e performativas, mobilizada pelas curadoras Alexandra Balona e Sofia Lemos no âmbito de uma parceria que envolve o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, a Reitoria da Universidade do Porto, o Lisbon Consortium, o CECC - Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica, o Goethe-Institut Portugal, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e a Câmara do Porto.
Porto Ponto. Diário.
Fim de semana com energia e atividades anti-stress
Todos os fins de semana, o programa municipal Dias com Energia oferece aulas de pilates, ioga e tai chi aos sábados de manhã. Em dois domingos de cada mês há também caminhadas e exercício físico no Parque Oriental da cidade com o Porto Anti-stress.
Fim de semana com energia e atividades anti-stress
Todos os fins de semana, o programa municipal Dias com Energia oferece aulas de pilates, ioga e tai chi aos sábados de manhã. Em dois domingos de cada mês há também caminhadas e exercício físico no Parque Oriental da cidade com o Porto Anti-stress.
Todos os fins de semana, o programa municipal Dias com Energia oferece aulas de pilates (9 horas), ioga (10 horas) e tai chi (11 horas) aos sábados de manhã.

De janeiro a abril, as aulas, de participação gratuita, decorrem no pavilhão municipal Fontes Pereira de Melo, localizado na Rua do Professor Damião Peres. 
Aconselha-se aos participantes o uso de roupa desportiva confortável e de um tapete pessoal. 

Em dois domingos de cada mês há também caminhadas e exercício físico no Parque Oriental da cidade com o Porto Anti-stress.
Em fevereiro, ainda pode aproveitar a caminhada deste domingo, dia 18. O ponto de encontro é sempre no Pavilhão Municipal do Lagarteiro (em frente ao parque), às 10 horas.

A manhã começa com alguns minutos de aquecimento e alongamentos no interior do pavilhão, seguidos de uma caminhada ao ar livre, pelo parque, e de mais exercícios no exterior. Todas as atividades são planeadas e monitorizadas por profissionais de educação física, com o acompanhamento de técnicos de saúde.

A participação é sempre gratuita e não é necessário efetuar inscrição. Aos interessados basta comparecer no local com roupa e calçado confortável.

A organização disponibiliza um autocarro gratuito para o local a partir da Estação Ferroviária de Porto-Campanhã: Estação-Parque das 9 às 9,30 horas; Parque-Estação das 11 às 11,30 horas. 
Porto Ponto. Diário.
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