Moderno centro de recolha substitui velho canil
Em 2017 começará a ser construído em Campanhã o Centro de Recolha Oficial, que substituirá o velho canil do Porto. A notícia surge desenvolvida no próximo edição do ano do jornal Porto.
Moderno centro de recolha substitui velho canil
Em 2017 começará a ser construído em Campanhã o Centro de Recolha Oficial, que substituirá o velho canil do Porto. A notícia surge desenvolvida no próximo edição do ano do jornal Porto.

Em 2017 começará a ser construído em Campanhã o Centro de Recolha Oficial, que substituirá o velho canil do Porto. A notícia surge desenvolvida no próximo edição do ano do jornal Porto., que esta semana começa a ser distribuído em todas as residências da cidade.


As instalações do Centro de Recolha serão construídas numa parcela de terreno que atualmente integra o Viveiro Municipal, em Azevedo de Campanhã. Será uma estrutura moderna que vai garantir o aumento das atuais 94 boxes para 220, bem como responder a solicitações futuras da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) ao nível do apoio ao alojamento de animais em quarentena provenientes de outros países, bem como permitir acolher outras espécies, sempre que necessário.


O Centro de Recolha Oficial terá uma separação física e funcional entre serviços oficiais e adoção, melhorando as condições sanitárias. O espaço será dotado de um bloco cirúrgico que permitirá a esterilização de canídeos e felídeos, sala de enfermagem independente para tratamento e acompanhamento clínico dos animais alojados, zonas de exercício e de sociabilização, área de tosquia e higienização.


"A escolha do espaço numa cidade densa como o Porto é sempre difícil, pelo que foram vários os terrenos analisados face à estratégia delineada e a preferência recaiu sobre o Viveiro Municipal, atendendo à sua dimensão", explicou o vereador da Inovação e Ambiente da Câmara do Porto em declarações ao jornal que a autarquia edita.


 "O viveiro é um terreno com uma área muito grande e que tem dimensão suficiente para albergar o centro de recolha oficial com as valências desejadas, não tendo impacto naquilo que é a atividade do viveiro, ate porque terá um acesso dedicado", esclareceu Filipe Araújo.


Para além disso, o próprio equipamento constitui uma mais-valia para a zona oriental da cidade, e daquela localidade em concreto, uma vez, que irá trazer "mais pessoas para trabalhar e visitar Campanhã".


O processo está a ser gerido pela empresa municipal de Gestão de Obras Públicas (GOP), estando já em curso o período para a elaboração do projeto de execução. A Câmara do Porto estima que a obra no terreno possa arrancar na segunda metade de 2017, após a submissão a todos os prazos legais a que está obrigada em termos de concurso público.


O responsável pelo Ambiente explicou ao Porto. que o Município estava "consciente da desadequação das instalações onde funciona, há mais de 80 anos,  o atual canil", situado na rua de S. Dinis (perto do Carvalhido), tendo já inscrito no orçamento de 2015 uma verba destinada aos projetos para a construção do novo equipamento".


MODERNO CENTRO DE RECOLHA SUBSTITUI VELHO CANIL


Contudo, a estratégia municipal vai muito mais além do que as condições físicas dos animais. Em 2015 foi lançado o "Plano Municipal de Controlo e Bem-Estar das Populações Animais de Cães e Gatos" que tem procurado resolver as carências estruturais do serviço do atual canil e responder às obrigações legais em vigor, bem como à generalidade das reivindicações das associações zoófilas, a Ordem dos Médicos Veterinários e a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, com quem a autarquia tem estado em permanente diálogo.


Um dos principais objetivo desse plano é promover e aumentar a adoção responsável, sendo que, em janeiro deste ano, a Câmara lançou uma campanha de promoção da "adoção responsável", através da oferta da esterilização (que ascende por vezes a mais de 100 euros) de todos e cães e gatos adotados, contribuindo, desta forma, para a prevenção do abandono de animais de companhia.


O sítio institucional da Câmara do Porto possui uma área dedicada à adoção de animais, onde podem ser visualizados todos os cães e gatos disponíveis para adoção no canil municipal, bem como várias informações sobre os mesmos (www.cm-porto.pt/saude-publica-veterinaria/pretende-adotar-um-animal).


Após o lançamento deste plano (2015), a taxa de adoção subiu cerca de 10% comparativamente com 2014, sendo que até setembro de 2016, mantém-se consistente com o aumento registado no ano anterior.


Outro dos aspetos contemplados consiste em ajudar na socialização dos cães em vias de adoção, estratégia já implementada no atual canil, onde vários funcionários receberam formação específica para este vetor.


Encontra-se também organizado um serviço excecional de plantão para poder corresponder a solicitações ocorridas fora do horário do piquete e brigada de captura (sobretudo entre as 23 e as 6 horas e ao fim de semana), em situações de exceção que envolvam animais feridos ou em sofrimento.


Filipe Araújo explicou que, no atual canil, já estão a ser promovidos vários aspetos desta estratégia, ou seja, já foram lançadas "as sementes". Mas "expandi-las e criar mais programas só será possível com uma nova infraestrutura".


O jornal Porto., além de explicar como será o novo canil do Porto, tem ainda na primeira página a notícia que a Câmara do Porto tomará conta do Cinema Batalha, publica uma extensa entrevista a Luís Valente de Oliveira, escrita pelo jornalista Manuel Carvalho e numerosas notícias, com especial ênfase no tema do ambiente, no Porto.

Porto Ponto. Diário.
Rui Moreira quer melhorar projeto de lei do PS sobre os estabelecimentos históricos
Presidente da Câmara do Porto diz que não se deve alargar o regime transitório da Lei das Rendas, obrigando os proprietários a assumir os custos da preservação das lojas históricas.
Rui Moreira quer melhorar projeto de lei do PS sobre os estabelecimentos históricos
Presidente da Câmara do Porto diz que não se deve alargar o regime transitório da Lei das Rendas, obrigando os proprietários a assumir os custos da preservação das lojas históricas.

Presidente da Câmara do Porto diz que é um erro alargar o regime transitório da Lei das Rendas, obrigando os proprietários a assumir os custos da preservação das lojas históricas. Rui Moreira entende que há outros caminhos para defender a identidade e que o projeto de lei do PS poderia atrasar a reabilitação urbana e, até, acelerar a destruição dos estabelecimentos que pretende proteger. A Câmara do Porto entregou em junho a sua própria proposta à Associação Nacional de Municípios e quer agora melhorar o projeto de lei proposto pelo PS.


O presidente da Câmara do Porto alertou hoje para os riscos de incluir o alargamento para dez anos do regime transitório de proteção dos arrendatários na proposta de projeto de lei que o PS está a preparar para proteger estabelecimentos com interesse histórico. "Em vez de proteger as lojas e os cafés, isso só iria acelerar a sua destruição".

Os deputados do Partido Socialista, Pedro Delgado Alves e Tiago Barbosa Ribeiro, subscritores do projeto de lei que pretende criar um regime de classificação e proteção de estabelecimentos e entidades com interesse histórico e cultural, promoveram esta segunda-feira, no Porto, uma audição pública sobre o diploma que pretendem aprovar em Assembleia da República no primeiro semestre deste ano.


A audição pública, realizada esta tarde no Hotel dos Aliados, contou com a participação de várias instituições da cidade e associações do setor, designadamente, a Associação de Comerciantes do Porto, a Associação dos Industriais da Construção e Obras Públicas (AICCOPN) e a Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT), para além de vários proprietários e arrendatários. Estas entidades mostraram-se, também, contra o diploma, da forma como está planeado, corroborando com as posições de Rui Moreira.


A Câmara do Porto fez-se representar pelo presidente da autarquia, Rui Moreira, e pelo vereador do Pelouro do Comércio e Turismo e Fiscalização, Manuel Aranha.


O presidente da Câmara começou por lembrar que este "já não é um problema de agora. É um problema que se coloca sempre que há crescimento nas cidades. Mas é um assunto pertinente, face ao crescimento do turismo e à cada vez maior atratividade da cidade".


Sobre o modelo em discussão, Rui Moreira alerta que "é preciso salvaguardar três realidades diferentes, que são o interesse do proprietário, o interesse do inquilino e o próprio interesse público, que muitas das vezes é o que pode colmatar e amenizar este problema".


E o autarca avança com alguns exemplos práticos, "a começar pela isenção do IMI", "a possibilidade de introduzir uma taxa turística, embora este seja um assunto que deve ser debatido nas próximas eleições", e até mesmo a própria expropriação, "desde que salvaguardado o justo valor, para o Município e para o proprietário".


Mas, para Rui Moreira, o problema crucial está, porém, num ponto que o PS pretende incluir neste projeto de lei, que é o alargamento para dez anos do regime transitório de proteção dos arrendatários. Por outro lado, o presidente da Câmara alerta também para a necessidade de encontrar um sistema descentralizado: "Eu não gostaria que fosse uma Secretaria de Estado ou uma Direção de Estado de Lisboa que haveria de determinar se o Café Guarany é um estabelecimento de tradição ou não. Deve ser o município a ter essa capacidade baseando-se numa equipa multidisciplinar, podendo usar, nomeadamente, as universidades", concluiu.




Porto Ponto. Diário.
Nuno Júdice na primeira sessão do ano do Ciclo "Quintas de Leitura"
O auditório do Teatro Municipal Campo Alegre recebe esta quinta-feira, 19 de janeiro, às 22 horas, a primeira sessão de 2017 do ciclo "Quintas de Leitura". O convidado principal é Nuno Júdice, nome maior da poesia portuguesa.
Nuno Júdice na primeira sessão do ano do Ciclo "Quintas de Leitura"
O auditório do Teatro Municipal Campo Alegre recebe esta quinta-feira, 19 de janeiro, às 22 horas, a primeira sessão de 2017 do ciclo "Quintas de Leitura". O convidado principal é Nuno Júdice, nome maior da poesia portuguesa.

O auditório do Teatro Municipal Campo Alegre recebe esta quinta-feira, 19 de janeiro, às 22 horas, a primeira sessão de 2017 do ciclo "Quintas de Leitura".

O convidado principal é Nuno Júdice, nome maior da poesia portuguesa, que regressa às "Quintas de Leitura", após também ter inaugurado este ciclo em 2014.

O espetáculo desta quinta-feira é construído à volta do seu livro "A Convergência dos Ventos". Foi neste universo poético que Mariana, a Miserável se inspirou para construir a imagem da sessão.

Num primeiro momento, a jornalista Inês Pedrosa conversará com o poeta convidado sobre a sua obra. Seguem-se as leituras, desta feita a cargo de Ana Celeste Ferreira, Pedro Lamares e do próprio poeta convidado. Entre poemas, a voz de Teia Campos.

O convidado musical é Samuel Úria, que apresentará alguns temas do seu mais recente disco "Carga de Ombro".


Bilhetes à venda aqui.



Porto Ponto. Diário.
Dia de Inaugurações com sol e muita animação no Quarteirão de Bombarda
Este sábado, foi dia de Inaugurações em Bombarda. O Quarteirão das Artes voltou a abrir em simultâneo as suas galerias para o primeiro ciclo de 2017. É assim há 10 anos.
Dia de Inaugurações com sol e muita animação no Quarteirão de Bombarda
Este sábado, foi dia de Inaugurações em Bombarda. O Quarteirão das Artes voltou a abrir em simultâneo as suas galerias para o primeiro ciclo de 2017. É assim há 10 anos.
Outrora um local anónimo, entre armazéns abandonados e lojas com poucos motivos de interesse, Bombarda é hoje a versão portuense do cosmopolita bairro nova-iorquino de SoHo.

A arte contemporânea tomou conta desta Quarteirão e, a cada dois meses, seis vezes ao ano, as galerias abrem as suas portas em simultâneo para mostrar as novas coleções ao público. É assim há dez anos e o ritual repetiu-se este sábado, com o primeiro ciclo de 2017.

Ao todo, participaram neste primeiro ciclo um total de 17 galerias, espalhadas pelas ruas de Miguel Bombarda, D. Manuel II e Rosário, com mostras individuais e coletivas, que vão desde a pintura, as artes plásticas ou a escultura.

O programa do evento, organizado pela Câmara do Porto, em parceria com a associação Bombarda Art District, incluiu as já habituais visitas guiadas às galerias, mas também várias iniciativas de animação no exterior, a pensar no muito público que acorre ao Quarteirão durante a tarde.

Para além de uma oficina de impressão, dinamizada pela Chapa Azul e a Cooperativa Árvore, também o teatro e a dança marcaram presença, com a primeira de seis apresentações do projeto "The Fractal Body", uma performance que combina dança minimal e teatro físico, com direção artística de Paulina Almeida.

O próximo ciclo de Inaugurações Simultâneas em Bombarda está agendado para 11 de março.

Porto Ponto. Diário.
Modelo de reabilitação de Ilhas no Bonfim vai ser aplicado em Campanhã
O modelo lançado em 2014 pela Junta de Freguesia do Bonfim, que ajuda na reabilitação de pequenas casas nas Ilhas, vai ser aplicado em Campanhã, também com o apoio da Câmara do Porto. "Casa Reparada, Vida Melhorada" já ajudou muitos dos moradores da freguesia do Bonfim a melhorar a sua qualidade vida.
Modelo de reabilitação de Ilhas no Bonfim vai ser aplicado em Campanhã
O modelo lançado em 2014 pela Junta de Freguesia do Bonfim, que ajuda na reabilitação de pequenas casas nas Ilhas, vai ser aplicado em Campanhã, também com o apoio da Câmara do Porto. "Casa Reparada, Vida Melhorada" já ajudou muitos dos moradores da freguesia do Bonfim a melhorar a sua qualidade vida.

O modelo lançado em 2014 pela Junta de Freguesia do Bonfim, que ajuda na reabilitação de pequenas casas nas Ilhas, vai ser aplicado em Campanhã, também com o apoio da Câmara do Porto.  "Casa Reparada, Vida Melhorada" já ajudou muitos dos moradores da freguesia do Bonfim a melhorar a sua qualidade vida.


O executivo de Rui Moreira deverá aprovar na próxima terça-feira o protocolo que estende a Campanhã o programa, podendo ler-se na proposta que "o acesso à habitação digna é um elemento fundamental para a coesão social das cidades, até porque a ?casa' corresponde a uma necessidade essencial do indivíduo e das famílias tendo em vista a sua vida quotidiana e a realização das suas aspirações".


A Câmara do Porto lembra que dá outros contributos significativos "para minorar as dificuldades de acesso a uma habitação digna por parte de muitos portuenses, gerindo um parque habitacional de cerca de 12.800 fogos, nos quais tem realizado um grande esforço de requalificação" e explica que "não se revela possível nem adequado responder a todos estes problemas através da construção sistemática de novos empreendimentos de habitação destinada ao arrendamento social, designadamente através da repetição dos modelos que foram seguidos no Porto desde meados do século XX"


A Junta de Freguesia de Campanhã propôs-se, por isso, adotar o programa "Casa Reparada, Vida Melhorada" que tem por objetivo promover a realização de obras de conservação emergentes em habitações localizadas na freguesia, quando os seus arrendatários ou proprietários demonstrem a sua incapacidade económica para promover essa reabilitação.


À semelhança do que fez no Bonfim, em ilhas como a da Travessa da Póvoa, visitada em 2015 por Rui Moreira e Manuel Pizarro, a Câmara do Porto vai apoiar esta iniciativa através da doação, por parte da sua empresa municipal Domus Social, de materiais de construção para a realização destas obras, até ao montante máximo de 20 mil euros e através da isenção do preço devido pela remoção gratuita de entulhos decorrentes das obras realizadas ao abrigo do programa.


Em dezembro, a Câmara do Porto tinha já aprovado a renovação do programa em curso na freguesia do Bonfim.


Em 27 de dezembro, aquando da aprovação em reunião de Câmara da extensão do programa destinado ao Bonfim, Rui Moreira desafiou as outras autarquias de freguesia a adoptar programas semelhantes (veja o vídeo).



Porto Ponto. Diário.
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